Arlette Kalaigian
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@arlettekalaigian
Arlette Kalaigian, 1964, São Paulo, SP (Brasil)
É formada em Artes Plásticas pela Universidade Mackenzie (SP), no ano de 1986. Realizou exposições individuais como "Onde o rio encontra o mar"na Casa Contemporânea em SP (2023) e "Onde o rio encontra o mar" no Museu de Arte de Blumenau, MAB em SC (2024). Participou de exposições coletivas, entre elas; Mil e Uma, com curadoria de Celso Fioravante, na Galeria Murilo Castro (BH) e no Lâminas Casa (SP); Reposicionamento, New Gallery (SP); Lançamento do Livro Arte Serrinha, no Paço das Artes (SP); Segundo Plano, Galeria Tato (SP): mostra virtual Ano 6; Red Abstraction, Dandreame Gallery (Milão); Emerging Painters, pela Artsy (NY); Ser pássaro sem poder voar, Ateliê Ale (SP); Acervo Rotativo, Oficina Cultural Oswald de Andrade, (SP); Modelos de Mundos com curadoria de Renato De Cara, Galeria Gare (SP); Um Retorno da Dissonância a Sinfonia com curadoria de Paulo Gallina, Residência Fonte (SP); O fim secreto de todas as coisas, Ateliê Ale (SP); A Casa como Corpo, o Corpo como Casa, curadoria Rejane Cintrão, MAB (SC); Acervo Rotativo, Museu de Arte de Ribeirão Preto, MARP, (SP); Dialogando com a Memória, Galeria Tato, (SP); Dialogando com a memória, Casa Tato (SP); Casa SP-Arte, leilão de obras (SP); Coragem, Estúdio Extraordinário, Itu (SP); Tudo deve mudar, Espaco Caroço (SP), Para entender a fúria, Tinge (SP), Mercurio, Hermes Artes Visuais (SP). Participou de residências artísticas, incluindo, Arte Serrinha, residência de artes visuais, Bragança Paulista (SP), Suas obras integram acervos de instituições como Museu de Arte de Blumenau, MAB (SC).
Arlette Kalaigian trabalha com investigações, explorando formas e cores que se assemelham, ao corpo, a pele. O corpo tátil, quente, as vezes poroso, outras áspero. A artista observa o corpo como um meio de transpor sentimentos tanto de ordem sensível, tanto de ordem formal. Aos poucos surgem formas curvilíneas, desenhadas no couro, borracha, construídas em camadas de tintas sobre tela. Nos trabalhos em cimento, a artista imprime seu próprio corpo, criando uma relação de território. São Corpos-Paisagens, refletindo sobre seu papel, enquanto pessoa, sobre questões da própria natureza humana.